segunda-feira, 7 de março de 2011
Seqüestro Fácil
A loira não conseguia arrumar emprego de jeito nenhum. No desespero, ela resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro, seqüestrar uma criança.
Depois de horas definindo o plano, ela encaminhou-se para um playground, num bairro de luxo, viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:
"Querida mãe, isto é um seqüestro. Estou com seu filho. Favor deixar o resgate de dez mil reais, amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parquinho."
Assinado:
Loira seqüestradora!
Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso da jaqueta do menino, dizendo:
— Agora vai lá, corre e entregue esse bilhete para a sua mãe!
No dia seguinte, a loira vai até o local combinado e encontra uma bolsa. Ela a abre, e encontra os dez mil reais combinados em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:
"Está aí o resgate que você me pediu. Só não me conformo como uma loira pode fazer isso com outra!"
Depois de horas definindo o plano, ela encaminhou-se para um playground, num bairro de luxo, viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:
"Querida mãe, isto é um seqüestro. Estou com seu filho. Favor deixar o resgate de dez mil reais, amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parquinho."
Assinado:
Loira seqüestradora!
Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso da jaqueta do menino, dizendo:
— Agora vai lá, corre e entregue esse bilhete para a sua mãe!
No dia seguinte, a loira vai até o local combinado e encontra uma bolsa. Ela a abre, e encontra os dez mil reais combinados em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:
"Está aí o resgate que você me pediu. Só não me conformo como uma loira pode fazer isso com outra!"
domingo, 6 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Tudo Arrumadinho
Na época do apartheid, nas escolas da África do Sul, os alunos brancos
sentavam-se nas fileiras da frente e os negros nas fileiras de trás.
Depois da vitória de Mandela, um dos professores, branco, anuncia para a sua classe:
— Neste momento, estamos comemorando o fim do racismo no nosso país. A
partir de hoje, não existem mais brancos, nem pretos. Todo mundo é igual, todo mundo é verde!
Portanto, gostaria de deixar bem claro que, durante a minha aula, os verdes claros devem sentar na frente, enquanto os verdes escuros sentam atrás
sentavam-se nas fileiras da frente e os negros nas fileiras de trás.
Depois da vitória de Mandela, um dos professores, branco, anuncia para a sua classe:
— Neste momento, estamos comemorando o fim do racismo no nosso país. A
partir de hoje, não existem mais brancos, nem pretos. Todo mundo é igual, todo mundo é verde!
Portanto, gostaria de deixar bem claro que, durante a minha aula, os verdes claros devem sentar na frente, enquanto os verdes escuros sentam atrás
sexta-feira, 4 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
O quebra-cabeça
Preocupadíssima, a loira liga para o celular do namorado:
— Amorzinho, eu tô com um problemão!
— O que houve, amor?
— Eu comprei um quebra-cabeça, mas não estou conseguindo nem começar a montar! As peças não se encaixam de jeito nenhum...
— Meu amor, eu já te ensinei a montar quebra-cabeça, né? Não lembra daquele da Mônica que eu comprei pra você? Lembre-se, primeiro você tem que achar os cantinhos...
— Eu sei, lembro que você disse isso, mas é que eu não consigo achar nem os cantos... É muito difícil!
— Ok, calma, calma. Qual é a figura que você tem que montar? Deve estar desenhado na caixa!
— É um tigre.
— Tudo bem. Eu vou passar aí pra te ajudar!
Então ele pega a chave de sua BMW, sai de seu escritório e vai para a casa dela.
Chegando lá, ela o recepciona deixando transparecer a ansiedade e apressa-se em resolver o dilema do quebra-cabeça.
— Vem amor, me ajuda! O quebra-cabeça está lá na mesa da cozinha!
O namorado acompanha a loira até a cozinha, olha para a mesa e fica boquiaberto por alguns segundos. Após se recompor, ele respira fundo e esbraveja:
— Ô, sua burra! Quer fazer o favor de colocar os Sucrilhos de volta na caixa?
— Amorzinho, eu tô com um problemão!
— O que houve, amor?
— Eu comprei um quebra-cabeça, mas não estou conseguindo nem começar a montar! As peças não se encaixam de jeito nenhum...
— Meu amor, eu já te ensinei a montar quebra-cabeça, né? Não lembra daquele da Mônica que eu comprei pra você? Lembre-se, primeiro você tem que achar os cantinhos...
— Eu sei, lembro que você disse isso, mas é que eu não consigo achar nem os cantos... É muito difícil!
— Ok, calma, calma. Qual é a figura que você tem que montar? Deve estar desenhado na caixa!
— É um tigre.
— Tudo bem. Eu vou passar aí pra te ajudar!
Então ele pega a chave de sua BMW, sai de seu escritório e vai para a casa dela.
Chegando lá, ela o recepciona deixando transparecer a ansiedade e apressa-se em resolver o dilema do quebra-cabeça.
— Vem amor, me ajuda! O quebra-cabeça está lá na mesa da cozinha!
O namorado acompanha a loira até a cozinha, olha para a mesa e fica boquiaberto por alguns segundos. Após se recompor, ele respira fundo e esbraveja:
— Ô, sua burra! Quer fazer o favor de colocar os Sucrilhos de volta na caixa?
quarta-feira, 2 de março de 2011
Amor de Pai
Na maternidade, o sujeito esperava todo ansioso para ver seu filho.
— E então, doutor? Será que eu já posso vê-lo?
O médico responde, com ar preocupado:
— Olha, as notícias não são muito boas...
Já imaginando que alguma coisa tinha acontecido, o pai não se abalou e disse, com coragem:
— Pode falar, doutor.
— Bem, o seu filho nasceu sem os braços.
— Tudo bem, eu entendo — respondeu o pai, conformado.
— Mas não é só isso — continuou o médico.
— O que mais, doutor? Pode falar, pode falar!
— É que... Seu filho nasceu sem as pernas.
O homem sentiu o duro golpe, mas tentou permanecer firme.
— Não importa, não importa. Ele ainda é o meu filho!
Mas antes que o pai pedisse para vê-lo, o médico disse:
— Tem mais uma coisa.
— O que mais, doutor? O que mais pode ser?
— O cérebro. Seu filho não tem o cérebro.
Aquilo era demais! Mas, no fim das contas, ainda era seu sangue, era uma parte dele.
— Não me diga mais nada, doutor! Eu não me importo. Meu filho vai ser amado pelo que ele é! Por favor, me deixe vê-lo!
O médico concordou e pediu que a enfermeira trouxesse a criança.
Emocionado e orgulhoso de sua pequena obra, o pai acalentou em seus braços aquele ser indefeso, que nada mais era do que uma orelha. Apenas uma orelha!
— Está tudo bem — disse o pai, afetuoso. — Você vai pra casa e nós vamos cuidar de você com todo amor...
Mas o médico interrompeu:
— Fala mais alto que ele é surdo!
— E então, doutor? Será que eu já posso vê-lo?
O médico responde, com ar preocupado:
— Olha, as notícias não são muito boas...
Já imaginando que alguma coisa tinha acontecido, o pai não se abalou e disse, com coragem:
— Pode falar, doutor.
— Bem, o seu filho nasceu sem os braços.
— Tudo bem, eu entendo — respondeu o pai, conformado.
— Mas não é só isso — continuou o médico.
— O que mais, doutor? Pode falar, pode falar!
— É que... Seu filho nasceu sem as pernas.
O homem sentiu o duro golpe, mas tentou permanecer firme.
— Não importa, não importa. Ele ainda é o meu filho!
Mas antes que o pai pedisse para vê-lo, o médico disse:
— Tem mais uma coisa.
— O que mais, doutor? O que mais pode ser?
— O cérebro. Seu filho não tem o cérebro.
Aquilo era demais! Mas, no fim das contas, ainda era seu sangue, era uma parte dele.
— Não me diga mais nada, doutor! Eu não me importo. Meu filho vai ser amado pelo que ele é! Por favor, me deixe vê-lo!
O médico concordou e pediu que a enfermeira trouxesse a criança.
Emocionado e orgulhoso de sua pequena obra, o pai acalentou em seus braços aquele ser indefeso, que nada mais era do que uma orelha. Apenas uma orelha!
— Está tudo bem — disse o pai, afetuoso. — Você vai pra casa e nós vamos cuidar de você com todo amor...
Mas o médico interrompeu:
— Fala mais alto que ele é surdo!